domingo, 3 de novembro de 2013

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Erva legal

Agora estamos na beira de legalizar o comércio e consequente uso público e livre de maconha. Assim como a cerveja que toma-se em qualquer hora e lugar e pode-se guardar em casa, aos montes na geladeira.Acredito que se legalizar vai acabar com a necessidade do prazer de usar  escondido.Prazer doentio, a fraqueza  de ter vicio degradante.Mas, será necessário verificar outras medidas para abusos e situações consequentes do possível exagero. Sim, muito mais gente vai ter acesso público. Claro que nem todo mundo vai querer usar.Nem todos curtem cerveja, tampouco remédios,sem estar verdadeiramente doente.Nem todo mundo curte drogas, nem mesmo quando ela é legal. Sabemos que as substâncias estão ai para necessidade. Como no caso da maconha, droga relativamente leve, comparada com a evolução de psicolépticos e narcóticos existente hoje em dia. Ela perde para o craque, para o pó.Não podemos esquecer que muita gente começou com um cigarrinho de maconha, passando para outras e outras;enlouqueceram, morreram e antes de tudo, causaram muita dor, sofreram muito.Se  machucara por demais, perderam o prazer verdadeiro de viver.Acho que é necessário pensar tudo com sustentabilidade. É necessário pensar que substancias naturais devem ser usadas de forma criteriosa. A maconha é uma erva que tem propriedades medicinais.Existe como algo do bem, que pode ser usado para  a saúde.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Mãe




Hoje entendo isto.Antes só me sentia amada e abusava.

Não ter mãe era algo muito ruim,por causa da reação das pessoas. Eu não tinha mãe e isto era como ter uma doença incurável. Algo estava errado comigo. Eu, pessoalmente não me como que arruinada.Mas, sempre que ocorriam comentários sobre mim, sobre este aspecto, me incomodava. Passei a não gostar. E reagia de forma não entendida pelos adultos. Quando sentia que ocorreriam comentários dessa natureza, eu corria, falava qualquer coisa, cantava, chamava a atenção de vovó para outra coisa. Eu era um menina de cinco anos;  minha loucura se manifestou desde ai.Naqueles momentos,vovó sem saber o que eu sentia, reclamava amorosamente comigo:"Venha cá; não faça isto, não fique assim". Naquela época, uma menina sem mãe, criada por uma senhora idosa e socialmente pobre era preocupante. Eu não tenho nada que reclamar da criação de minha avó paterna. Ela era super carinhosa e, na verdade, eu a criava.Eu era uma novidade na sua vida. Ela se alegrava porque  tinha a minha companhia. Eu era sua razão de viver. Viveu seus últimos vinte anos para mim. Sou grata a esta mãe, mãe de meu pai, que Deus me deu e me amou incondicionalmente.Obrigado por tudo vovó querida. Muito, muito mais que mãe,  no caso de quem não tem. Um grande amor é o amor de vó.

Existe um senso  comum de que amor de vó estraga. Não acredito nisto.Todas as pessoas conhecidas que tiveram avós presentes, participantes, são  super humanas, amorosas, alegres, brincalhonas, fáceis de se consolar, valorosas, etc.Pessoas cheias de qualidades.Estou falando aqui  de avós amorosos e cuidadores. Não estou considerando  pessoas como a rainha Atália que mandou matar todos os  seus netos, para assumir o posto de rainha.Estou falando, particularmente das avós rainha dos netos. Meu avô, Arnaldo Pereira Nunes também me amava muito.Lembro de como ele acenava para mim sentado em seu leito, já no final de sua existência. Acredito que avós são grande presentes da vida..(não sei se estou escrevendo a palavra certa)
Maria das Graças Pereira Nunes.